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Aprenda a se comunicar através da energia, com a bioenergética.

Bioenergética trabalha com as energias da vida. No Universo, tudo é constituído de energia, e no Homem esse elemento está profundamente ligado à respiração, que por sua vez está conectada com os processos que envolvem os movimentos da nossa musculatura. O ato de respirar é o mais importante e essencial para a manifestação da vida no ser humano. Logo ao nascer ele já se expressa no mundo através da respiração, ativando todo o funcionamento do seu corpo.

Tudo que envolve a energia corporal se reflete na mente, da mesma maneira que mobiliza os eventos que ocorrem no organismo físico. Assim, as emoções incidem diretamente na forma como respiramos. Cada uma produz um tipo de respiração diferente, e nos condicionamos desde a infância a reprimir nossos sentimentos diante das ameaças externas ou do que esperam de nós. Desta forma, tensionamos os músculos e deixamos de nos expressar espontaneamente. Quando crescemos, incorporamos esse tipo de comportamento e passamos a dissimular o que sentimos.

A bioenergética é uma terapia que permite ao Homem reconectar-se com seu corpo, aproveitando ao máximo seu potencial. Ao se reencontrar consigo mesmo, nesta jornada de autoconhecimento, o indivíduo atinge o objetivo almejado, ou seja, ele liberta suas tensões agudas, permanentes, bem como suas emoções, sentimentos contidos, formas cristalizadas de ver o mundo, além de impulsionar o movimento imprescindível para a vida.

Na prática da bioenergética, o sujeito aprende a expressar o que sente através da respiração. Ao fortalecer, por exemplo, a respiração, os músculos se contraem, movimento condicionado que se manifesta na tentativa de conter um sentimento, do qual se perde o domínio, vindo assim à tona na forma de um pranto, de um grito, um sinal de temor ou uma risada. A seguir, a musculatura se solta, a pessoa respira com calma e ela é inundada por um sentimento de paz. Desta forma, deixando que suas emoções se revelem livremente, o Homem vê atitudes e sentimentos programados serem modificados.

A bioenergética permite, assim, a compreensão da forma de expressão corporal de cada um, por meio da prática de exercícios que aliam ações corporais, mentais e espirituais, com o objetivo de ajudar as pessoas a liberarem toda sua carga de prazer e alegria reprimida desde cedo. Assim, o ser humano pode finalmente exercitar sua forma de pensar, de agir, de sentir, com plena liberdade, conquistando uma melhor qualidade vital, mais sensibilidade, discernimento e coragem para lutar pelo que deseja, não pelo que esperam dele.

A eficácia das sessões de bioenergética depende da melhor comunicação entre o terapeuta e seu cliente. É necessário que este colabore intensamente com o processo, doando de si mesmo nesta terapêutica, pois o profissional pode apenas oferecer a ele um procedimento técnico, no qual é imprescindível a sua participação ativa. O terapeuta abordará a pessoa em tratamento com toques, massagens, exercícios direcionados para o stress muscular, alongamento e manifestação das emoções. Esta intervenção é progressiva, evoluindo à medida que o sujeito liberar suas energias.

Fontes
http://www.namaste-rio.com.br
http://infoescola.com.br
http://espacoanima.com/

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Conheça os mistérios do seu corpo com a Ayurveda.

A palavra Ayurveda em sânscrito é formada por duas partes: ayus = vida e veda = conhecimento.

“O termo ayus é a combinação de corpo, órgãos dos sentidos, mente e alma”

 Ayurveda é o conhecimento ou a ciência da vida e possui uma evolução e desenvolvimento de milhares de anos no subcontinente indiano. 

Medicina Ayurvedica afirma que tudo no universo é formado pelos 5 elementos básicos da natureza, chamados panchamaha-bhutas, inclusive o corpo físico, são eles: espaço ou éter, ar, fogo, água e terra. O objetivo desta ciência é estudar as influências destes elementos na natureza e no ser humano, dentro desta filosofia o Homem é um microcosmo do universo, o macrocosmo. Os elementos se unem dois a dois para formar os doshas ( humores biológicos) que atuam na nossa fisiologia assim como na formação dos desequilíbrios psicofísicos. Espaço e ar formam o dosha Vata, fogo e água geram o dosha Pitta e água e terra formam o dosha Kapha. Podemos afirmar que os doshas são as expressões fisiológicas dos 5 elementos quando existe equilíbrio, porem quando ocorre uma desarmonia tornam-se suas expressões patológicas.

dosha Vata, espaço e ar, é frio, leve, seco, móvel e rápido, atua principalmente nas funções excretória e nervosa. No tubo digestivo localiza-se no intestino grosso. Vata desequilibrado ou patológico gera um quadro clínico relacionado ao aumento de espaço e ar (movimento) no nosso corpo físico: secura, frio, perda de peso, inquietação, gases, prisão de ventre, ansiedade, medos, depressão e insônia. Algumas doenças relacionadas ao dosha Vata: fibromialgia, artrose, dores em geral, problemas de coluna, cefaléia, constipação, flatulência, colite, síndrome do intestino irritado, síndrome bipolar, doença de Parkinson, demência senil.

dosha Pitta, fogo e água, é quente, moderado e oleoso ( úmido), atua principalmente na função metabólica e digestiva. No tubo digestivo localiza-se no estomago e duodeno ( intestino delgado). Pitta desequilibrado ou patológico promove um quadro clínico relacionado ao aumento de fogo e água ( calor e umidade) no nosso corpo físico: azia, queimação abdominal, fezes soltas, calor no corpo, aumento da sudorese ( suor), pele sensível e vermelha, olhos vermelhos, irritabilidade e agressividade. Algumas doenças que podem estar relacionadas ao dosha Pitta: gastrite, ulcera digestiva, regurgitação, diarréia, hepatite, inflamações, acne, crises de fúria e ciúmes, climatério e menopausa, enxaqueca e estresse exacerbado.

dosha Kapha, água e terra, é pesado, oleoso ( úmido), frio e lento, atua na função estrutural e de lubrificação dos tecidos. Kapha desarmônico ou patológico gera um quadro clínico relacionado ao aumento de água e terra no nosso corpo físico: peso corporal aumentado, lentidão, preguiça, oleosidade, secreções, embotamento mental. As doenças que podem estar relacionadas ao dosha Kapha: obesidade, diabetes, aumento do colesterol, bronquite, sinusite, tosse com secreção, alergias respiratórias, lentidão em todas as funções físicas e mentais e apego exacerbado.

Para tratarmos os nossos desequilíbrios temos que antes apontar o dosha que está em desarmonia ( diagnóstico do desequilíbrio), neste site encontramos o questionário dos doshas que aponta esta desarmonia através de um interrogatório com 27 questões para cada dosha. Você deve responder as questões de acordo com os seus sintomas atuais, pensando em como você está se sentindo nos últimos dias. Após isto é interessante ler sobre os doshas ( botão princípios básicos) e a dieta dos doshas ( botão alimentação ).

Ayurveda é uma medicina complexa e completa e utiliza diversas ferramentas terapêuticas para equilibrar os doshas: massagem ayurvedica, óleos medicinais, dieta, rotina diária de hábitos saudáveis, oleação e sudação ( purvakarma), fitoterapia ( uso terapêutico das plantas medicinais), terapias purificadoras ( panchakarma), medicamentos com metais, minerais e pedras preciosas ( rasa shastra), recomendação de atividade física, prática de yoga e meditação.

Terminamos este pequeno artigo introdutório sobre o Ayurveda com as palavras do sábio Vagbhata no seu trabalho denominado Astanga Hrdayam, ou o coração dos 8 ramos da Medicina Ayurvedica, que é um resumo em 120 capítulos de todo conhecimento, acumulado no subcontinente indiano, até o século VII da nossa era:

“Aquele que satisfaz-se diariamente com alimentos saudáveis e com atividades que discriminam ( o bom e ruim em tudo e age sabiamente), que não é apegado ( demasiadamente) aos objetos dos sentidos, que desenvolve o ato da caridade, que considera todos como iguais ( agindo com gentileza), com sinceridade, com perdão e mantendo a companhia de pessoas boas, torna-se livre de todas as doenças”

(texto de ADERSON MOREIRA DA ROCHA)

( Susruta Samhita, tradução de Sharma, 2004: vol I, p 7 a 11)

( Vagbhata, Astanga Hrdayam, tradução de Murthy, 2007: vol I, p 52)

 ( Caraka Samhita, trad. Dash e Sharma, 2007: vol I, p 25)— 

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Alimentação Consciênte

Além do prato

Mais do que atenção ao que você come, reflita sobre o que seu corpo, sua mente e sua energia precisam.

Você está realmente se alimentando ou só comendo? Já parou pra pensar sobre isso? Alimentar-se não é apenas ingerir alimentos para cessar a fome, mas perceber o que o seu corpo, sua mente e sua energia precisam. Comida é apenas algo que você ingere para matar a fome, já o alimento é qualquer coisa que você consuma que te traga energia. Isso pode parecer um pouco estranho, mas vou explicar.

Primeiramente precisamos entender que o alimento dentro do nosso corpo é muito mais do que calorias que vão ser distribuídas para que o nosso metabolismo funcione e assim possamos fazer nossas atividades diárias e termos saúde. Isso é importante, mas é apenas uma pequena parte do que o alimento causa no nosso sistema.

O alimento que escolhemos está diretamente ligado às nossas emoções, à qualidade da nossa mente, à nossa energia diária, aos nossos pensamentos e estilo de vida, influenciando assim diretamente a nossa saúde individual.

Alimentação e prana

Existe uma forma de energia sutil chamada prana, responsável pela vida de todos os seres vivos. Porém, se vivemos uma vida de excessos e ingerindo alimentos com pouca energia há um desalinhamento onde as energias densas são retidas, causando enfermidades no corpo como obesidade, hipertensão, doenças cardíacas, além de emoções e pensamentos negativos, ansiedade, depressão e insônia.

Dessa forma, quanto mais fresco, puro e com vida for o alimento, mais prana estamos ingerindo. Por isso uma alimentação vegetariana, com vegetais, frutas, grãos, legumes, evitando alimentos industrializados, é sempre uma alimentação com mais prana.

Nutrindo meu corpo

Outra questão muito importante é perceber o que nosso corpo está precisando. Para cada organismo é necessário um tipo de alimentação, e mais que isso, para cada situação ou emoção, isso muda também.

Atualmente com tantas dietas da moda é comum nos apegarmos a padrões já pré estabelecidos. Mas o que importa é: o que o meu corpo está precisando agora? O nosso corpo é muito inteligente ele realmente vai nos alertar sobre o que ele precisa mais. Se estamos tensos ou felizes, se é verão ou inverno, nosso corpo pede algo diferente, já percebeu?

Relação entre comida e sustentabilidade

Além disso, a alimentação também compreende a compra, preparação, aceitação e ato de comer. Por isso é muito importante percebermos qual impacto estamos causando no ambiente com aquela refeição. Quanto de água e terras estão sendo desperdiçadas para que estejamos com aquele alimento.

O alimento que escolhemos está diretamente ligado às emoções e à energia diária, influenciando assim diretamente nossa saúde individual

Nutrindo a Mente

E por fim, temos formas sutis de alimentar a mente. Hoje em dia já têm muitos estudos comprovando os benefícios da meditação e da respiração consciente, impactando no nosso cérebro e consequentemente no nosso dia a dia. Essas técnicas contribuem para uma mente mais focada, dinâmica, ativa, feliz e em paz.

O que você come muda o mundo?

Com tantas atribuições e a vida corrida, precisamos de ferramentas que nos façam ter energia e manter a saúde física e mental, nos livrando de estresse e ansiedade. Estudos comprovam também que, 20 minutos de meditação diária equivalem a 4 horas de descanso mental. Que tal dedicar 20 minutos do seu dia para nutrir a sua mente?

Podemos então definir que, alimentação consciente é uma alimentação integral, ou seja, onde se observa o que se come, de onde vem, o impacto daquele alimento em você e no planeta e percebendo através da consciência suas emoções, hábitos e necessidades reais, para ter um corpo e mente saudáveis. Alimentação tem a ver com saúde, sustentabilidade, compaixão, amor e espiritualidade.

Fonte

https://www.personare.com.br/alimentacao-consciente-alem-do-prato-m36781

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Florais, vibrações que curam!

A história dos Florais

Os florais tiveram início entre 1920 e 1930, através dos estudos do famoso Dr. Edward Bach, médico clínico e homeopata, devido há anos de insatisfação a respeito dos tratamentos e resultados da medicina.

Seguindo sua intuição, saiu de sua residência em Londres e foi para Gales, onde descobriu que as flores silvestres transmitiam a energia da natureza capaz de prevenir e curar enfermidades, restaurando nosso equilíbrio físico, mental e emocional. Possibilitando assim, o desenvolvimento do que conhecemos hoje como Terapia Floral, e o seu sistema – Florais de Bach.

Ao passar dos anos, outros sintonizadores desenvolveram sistemas como o da Califórnia, de Minas, de Saint Germain, entre muitos outros.

O que são?

Para começar, as essências florais não são medicamentos. São feitas da vibração das plantas ou outros princípios da natureza que tenham uma imagem energética que vai modificar o estado emocional da pessoa que tomar.

Essas essências são combinadas em fórmulas para situações específicas, de acordo com a necessidade emocional de cada paciente, sejam perdas, mudanças de vida, conflitos, raiva, incertezas, etc.

“A terapia floral vai levar a pessoa a desenvolver o autoconhecimento para que ela viva melhor. Ajuda a despertar os dons, virtudes e qualidades inerentes que estão reprimidas e sufocadas, como um controle remoto que aciona uma função que está lá, mas desligada”.

 Denise Giarelli

Isso acontece porque ao ingerir o floral que tem uma carga energética você modifica o estado vibracional de um elétron no seu corpo, daí o efeito é visto no padrão emocional e na mudança de atitude.

Quando começar a terapia floral

O método é muito utilizado para pessoas que já estão doentes. Desta forma, a terapia floral age como um método paralelo que otimiza a cura, uma vez que qualquer doença abala o emocional da pessoa. Porém, a terapia com florais não é recomendada apenas para pessoas que já estão doentes.

A terapia é indicada para qualquer indivíduo que se sinta carregado de energias negativas, ou que esteja com baixo astral e desânimo, precisando atrair energias positivas. É muito interessante iniciar uma terapia floral no inicio do ano para renovar energias e começar o ano com o pé direito!

Para verificar a eficiência da terapia floral, tenha em mente as quatro etapas percorridas durante o tratamento. São os quatro “R” da cura:

1. Relaxamento: sensação imediata de bem-estar;

2. Reconhecimento: a essência começa a agir sobre a mente, elevando os pensamentos;

3. Resistência: é a etapa para aqueles que estão em uma terapia mais extensa. A fase é marcada por uma vontade de desistir e pessimismo, mas é apenas uma fase, portanto, não desista!

4. Renovação: a esperança e a positividade são restauradas e a sua fé, fortalecida.

Referências

https://www.astrocentro.com.br/blog/bem-estar/florais-descubra-realmente-funciona/
https://guiadaalma.com.br/sistema-floral-joel-aleixo/

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Conheça os elementais

Você acredita em fadas? 

Cada esfera de evolução têm seus habitantes. Muitos são os reinos e, em cada um deles, consciências vivem e complementam a criação. Os elementais são também conhecidos como espíritos da natureza. Já sabe quem são eles? Gnomos, duendes, fadas, salamandras, silfos, ondinas e sereias. Cada um cuidando do seu elemento. A crendice popular fez com que a crença neles fosse ridicularizada, mas, quem procura um pouco mais de informação sobre o mundo espiritual, certamente vai se deparar com esses seres e as inúmeras menções a eles em diversas religiões e escolas esotéricas. Eles são mais reais do que você pode imaginar!


São guardiões do mundo natural e preservam o equilíbrio entre os planos dévico e humano, evitando que nenhum elemento se sobressaia ao outro causando destruição ou escassez; são vigias das fronteiras entre esses dois universos e fazem com que a dinâmica do mundo aconteça de forma equilibrada. São, ainda, responsáveis pela recepção dos nossos desejos e pedidos e podem trazer boas energias para nós.

Quem são os elementais da natureza?

São os seres que surgiram dos quatro elementos: terra, ar, fogo e água. Cada um dos elementos básicos têm seus próprios guardiões, que agem em conjunto para proteger toda a natureza, como o crescimento das plantas, desenvolvimento do fogo, circulação do ar e movimento das águas. Justamente por serem os espíritos guardiões dos elementos, são chamados de elementais. São como anjos, alguns vivem aproximadamente 300 mil anos e podem assumir a forma que quiserem, mas geralmente se apresentam para os humanos com a forma que são mais conhecidos, para facilitar o sucesso da interação.


Os elementais não possuem consciência de si mesmos? São apenas energia? Não. Eles têm consciência, instinto e propósito. Seguem sua própria agenda evolutiva e hierarquia de luz, maneira como se agrupam e organizam. Quanto ao livre arbítrio, há controvérsias: alguns acreditam que eles têm livre arbítrio e por isso, alguns deles se submetem aos desejos humanos como os gnomos, mas muitos dizem que não. Diferente de nós, o livre arbítrio só é dado para seres menos evoluído e ainda em desenvolvimento, para que possam aprender e se responsabilizar por suas escolhas. Como a Lei do Amor é a força que governa esses espíritos, eles seriam livres de carma portanto, o livre arbítrio não faria sentido.

Elementais do fogo

Os guardiões do fogo são as salamandras, que governam este elemento e se associam ao poder de domínio das emoções e do calor dos nossos atos.
Impulsos e transformação são os aspectos associados ao humano deste elemental, além da capacidade de ativar desenvolver pensamentos e emoções no homem. Esses espíritos podem ser vistos sempre que observamos as chamas dançantes das labaredas, as silhuetas que se formam nas chamas das fogueiras, velas e de qualquer outra manifestação deste elemento.


Sempre que acendemos uma vela, por exemplo, as salamandras estão ali presentes. Sem elas, o fogo material não pode existir e tem relação direta com atuação junto às Hierarquias de Luz; são as grandes alquimistas do fogo, usadas nas práticas místicas para transformarem em ether nossas intenções mentais, nos ajudando a elevar nossos desejos ao cosmo.

Elementais da água

A água é o elemento mais abundante no planeta e em nós mesmos. Em termos espirituais, ela simboliza nossas emoções e catalisa os sentimentos humanos ligados ao amor, paixão, afetos, enfim, a maioria das sensações humanas.
Como guardiãs da água, temos as ondinas e sereias, elementais associadas ao elemento água. Ondinas são muito parecidas com as sereias, podendo habitar águas salgadas e doces, profundas ou rasas, quentes ou frias, desde que sejam águas limpas.
Já as sereias, muito conhecidas por seus traços humanos e cauda de peixe, são responsáveis pela proteção e harmonia dos oceanos.

Elementais do ar

São os elementais que cuidam dos ventos, da chuva, e fenômenos climáticos em geral, ou seja, controlam os poderes do ar. São os mais etéreos por isso, os mais difíceis de serem vistos. Conhecidos como fadas e silfos, são também muito famosos e muito procurados, envoltos e misticismo e lendas há milênios. As fadas associadas às histórias infantis em nada tem a ver com esse elemental. Os silfos são os mais elevados, porque seu elemento nativo é o que possui a mais elevada frequência de vibração. Vivem até mil anos e jamais desenvolvem sinais de velhice.
Em termos místicos, estes seres alados são tão rápidos quanto o pensamento e trazem mensagem dos Deuses para os homens.

Elementais da terra

Os tão conhecidos gnomos e duendes são os espíritos elementais da terra. São responsáveis pela solidificação dos corpos de animais e objetos. Tudo que é sólido possui uma correspondência energética com os elementais da terra e, pesar das plantas possuírem ligação com todos os elementais, elas estão diretamente ligadas ao elemento terra e, portanto, os gnomos e duendes. Eles agem nos terremotos e vulcões, para equilibrar os poderes da terra. Em nosso corpo, são responsáveis pelos ossos e sais minerais e possuem ligação também com as cartilagens, músculos e pele, sendo que essa ligação ocorre em conjunto com os elementais da água.
Por viverem nas florestas e serem muito conhecidos, são os elementais que possuem mais relatos de avistamento. Essa energia pode ser atraída para sua casa e trará sorte, abundância e prosperidade. Se eles gostam ou não de maçãs não é uma certeza, mas, querendo interagir com eles, não custa tentar!

Os elementais na história

Os espíritos da natureza estão muito presentes na história das religiões, o que justifica a aura lendária e a quantidade de histórias e misticismo envolvendo estes seres. Mais do que lendas, eles estão presentes em religiões, mitologia e escolas esotéricas muito antigas.


A mitologia da Grécia antiga é recheada de histórias sobre os elementais. Essa gênese era, na época, a forma de explicação da dinâmica do mundo e origem de tudo, sendo levada muito a sério. Surgiu antes das religiões e antes mesmo da filosofia, que, quando aparece, é em decorrência dos questionamentos que a mitologia não dava mais conta de responder.


Como seres reais, eram responsabilizados pelas mudanças climáticas e correntes marítimas, pela precipitação da chuva ou pelo fato de haver fogo, entre muitos outros fenômenos da natureza. Apesar de ser uma explicação mitológica, própria da maneira pela qual se estruturava o conhecimento na época, eles não estavam enganados.


No hinduísmo, é chamado de reino dévico a dimensão onde atuam os espíritos da natureza. Segundo essa religião, os elementais pertencem a uma evolução diferente da que rege a humanidade, uma evolução na qual podem ser vistos como um reino logo acima da humanidade. Os devas estão, quase sempre, dispostos a expor e a exemplificar assuntos para qualquer ser humano suficientemente desenvolvido para apreciá-los. A maioria dos recrutas do reino deva teriam vindo de outros projetos do sistema solar, superiores à nossa existência humana.


A wicca e o xamanismo também trabalham com a canalização e evolução através dos elementais, muito comuns em invocações e rituais mágicos. Especialmente a Wicca que trabalha muito com as energias da natureza e os 4 elementos, vemos os elementais muitos presentes nos ensinamentos da doutrina.
Na literatura e cultura Celta, especialmente as fadas têm muito destaque, sendo os responsáveis pela difusão da imagem da fada que conhecemos pelas produções de cinema e literárias. Eles diziam que as fadas podiam mudar de aparência e se tornar visíveis ou invisíveis para os humanos, conforme sua vontade. Elas podiam também levar humanos e animais para o Outro Mundo, às vezes para sempre, trazendo uma aura de muito mistério e lendas em torno desses seres.


Muito mais do que folclore, os elementais são uma construção religiosa e mística da humanidade. Hoje, quem se refere a eles pode parecer louco e muito se deve às produções literárias, que os colocaram no reino mágico da imaginação e fantasia infantil. Mas nem sempre foi assim. Se pensarmos neles como espíritos da natureza, a coisa toma outra proporção.


Cada árvore, cada flor, cada fenômeno natural dos reinos vegetal e mineral são densamente povoados por consciências, que fazem parte da riqueza espiritual da natureza. Aliás, médiuns clarividentes ostensivos, ou seja, aqueles que conseguem enxergar com os olhos abertos as dimensões espirituais, conseguem enxergar essa diversidade de vida dos seres que habitam a natureza.

Deve ser lindo! Imagina olhar para uma floresta, para um belo jardim e, além da beleza natural física ali presente, ser capaz de perceber esses espíritos em ação? Ver a vida que existe além do que os olhos podem enxergar? É fantástico!

Referências

Fonte: https://www.wemystic.com.br/artigos/elementais-natureza-gnomos-e-fadas/

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A Lua e as Plantas

A Importância da Lua

Semear e Trabalhar com a Lua é considerar as plantas como organismos vivos, e não como objetos inanimados.

Na produção de alimentos, a influência da lua sobre as plantas é conhecida pelos agricultores desde a antiguidade. É milenar o conhecimento que os chineses detêm, por exemplo, sobre o corte do bambu e madeira: a ser realizado entre lua minguante e a nova, quando o teor de seiva e humidade dentro dos troncos é menor. Usando este conhecimento é possível trabalhar com o ritmo da Natureza e usá-lo em beneficio das plantas.

A lua passa por quatro fases: minguante, nova, crescente e cheia. Cada fase dura sete dias.

🌗 Lua crescente

Fase em que a seiva é atraída para cima, para as folhas, favorecendo o crescimento da parte superior da planta. Período favorável ao plantio de cereais, frutas e flores e colheita de verduras. Boa época para se fazer enxertos e preparar o solo com compostos e cobertura vegetal.

🌕 Lua cheia

Colher plantas medicinais e frutos — os frutos estão mais suculentos devido a maior quantidade de seiva encontrada nos frutos. Plantio desaconselhado

🌓 Lua minguante

Nesta fase a força da seiva diminui, indo para a parte inferior da planta. Iniciar o plantio de plantas de raízes, como a beterraba, cenoura, cebola, batata… Colher as raízes e vagens pois a planta encontra-se com menos seiva o que facilita a cozedura. Colher o milho, abóbora e outros para armazenamento, porque resiste mais ao ataque do caruncho. Boa época para podar. Colher as sementes uns dias antes da Lua Nova.

🌑 Lua nova

Nesta fase a seiva atinge o seu pico máximo de retrocesso. As plantas têm baixa resistência às pragas. Plantio desaconselhado.

Do que precede tiramos as regras seguintes: que entre a lua minguante e a nova deve ser plantado tudo o que dá “abaixo do solo” (raízes, tubérculos, rizomas e bulbos comestíveis) e, que entre a lua crescente e a cheia, deve-se plantar tudo o que dá “acima do solo” (folhas, flores e frutos comestíveis).

A lua biodinâmica

Também a relação entre a lua e as constelações determina o que deveremos fazer no campo (e também em casa!). Existe uma relação entre a posição em que a lua se encontra nas constelações e os órgãos das plantas que se encontram em maior atividade.

Se a lua se encontrar numa constelação do elemento fogo (áries, leão, sagitário) estamos num dia de fruto e por isso é o fruto da planta que está mais potencializado. É por isso bom para trabalhar as culturas que nos darão o fruto – os tomates, as abóboras,… É também nestes dias que deveremos fazer as podas para que possamos ter frutos vigorosos.

Se a lua se encontrar numa constelação do elemento terra (touro, virgem, capricórnio) estamos num dia raiz e por isso são as raízes que estão mais ativas. Nestes dias devemos semear, transplantar e cuidar de vegetais de raiz ou tubérculos.<br />Se a lua se encontrar numa constelação do elemento água (câncer, escorpião, peixes) o dia é chamado de folha e por isso são os vegetais de folha a quem devemos dar particular atenção – couves, alface, salsa… Para a colheita deste tipo de vegetais é preferível, no entanto, escolher dias de fogo ou ar para que eles se conservem melhor.

Se a lua se encontrar numa constelação do elemento ar (gémeos, libra, aquário) deveremos tratar das plantas das quais estamos interessados em obter as flores como por exemplo a couve-flor, os brócolis e as flores em particula.

Referências

Fonte: José Cordeiro – https://open4sustainability.com/home/-/blogs/semear-plantar-lua-agricultura-biodinamica

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Como as Plantas se comunicam

Se você pensava que as plantas eram muito diferentes dos seres humanos. Saiba que elas são vivas e comunicam-se entre elas.

“Um mundo de infinitos caminhos biológicos que conectam as árvores e permitem que elas se comuniquem, e permitem que a floresta se comporte como se fosse um único organismo.”

Seus 30 anos de pesquisa nas florestas canadenses levaram a uma descoberta surpreendente: as árvores falam, se comunicam com frequência e a grandes distâncias. As árvores são muito mais parecidas com os seres humanos que você pode pensar. Elas são extremamente sociais e dependem uns dos outros para sua sobrevivência. A comunicação é vital, e uma enorme rede de raízes de cogumelos, semelhantes a pêlos, transmite mensagens secretas entre as árvores, fazendo com que elas compartilhem nutrientes e água com as pessoas necessitadas.

Suzanne cresceu nas magníficas florestas da Colúmbia Britânica. Ela compartilha como ela deitar no chão da floresta e olhar para as copas das árvores gigantes. Um acidente com seu cachorro que caiu em seu banheiro externo e teve que ser escavado, levou-a a descobrir a incrível raiz subterrânea e a rede micelial que ela iria pesquisar mais tarde.

Quando ela voltou ao estudo das árvores mais tarde na vida, ela aprendeu como os cientistas tinham acabado de descobrir em laboratório, que uma raiz de mudas de pinheiro poderia transmitir carbono para outra raiz de mudas de pinheiro. As árvores falam, se comunicando com freqüência e em grandes distâncias. As árvores apoiam-se mutuamente. Essa percepção estimulou-a a estudar florestas reais para ver o que acontece lá. Sua ideia de que árvores pudessem compartilhar informações no subsolo era controversa e muitos de seus colegas pensavam que ela era louca.

Dificuldades na obtenção de financiamento para pesquisas levaram-na a conduzir seus próprios experimentos e, assim, ela plantou 240 árvores de abeto e cedro em uma floresta canadense. Ela hipotetizava que o vidoeiro e os abetos estariam conectados em sua própria teia subterrânea , mas não o cedro. Impedida pelos ursos, ela cobriu as mudas com sacos plásticos, enchendo-os com vários tipos de gás carbônico. Ela injetou um gás radioativo no vidoeiro e depois um gás de dióxido de carbono estável no abeto. Quando ela correu um contador Geiger sobre as árvores, ela descobriu o silêncio do cedro, e um som alto de comunicação entre as abetos e bétulas que estavam compartilhando carbono entre si. Ela descobriu que o vidoeiro enviava carbono para o abeto, especialmente quando estava sombreado.Mais tarde aconteceu o contrário, quando a bétula estava sem folhas no inverno, o abeto enviou mais carbono. A ciência sempre acreditou que as árvores competiam umas com as outras por carbono, luz solar, água e nutrientes. O trabalho inovador de Simard mostrou que as árvores são interdependentes e cooperativas, na verdade, estão imersas em relacionamentos profundos entre si.


As árvores conversam por sinais químicos e hormonais através de uma rede de micélio. As árvores estavam conversando por sinais químicos e hormonais através do micélio. Essas mensagens determinaram quais árvores precisavam de certos nutrientes. Eles se comunicavam através de carbono, nitrogênio, fósforo, água, hormônios e substâncias químicas, e então compartilhavam esses elementos, equilibrando toda a floresta. A teia é tão densa que pode haver centenas de quilômetros de micélio em um único passo. A sabedoria das árvores mãe e o micélio conecta diferentes indivíduos na mesma floresta, da mesma espécie e de outras espécies.Essa rede funciona de maneira semelhante à internet. Ela descobriu que as árvores-mãe alimentam as árvores mais jovens e que uma única árvore-mãe pode ser conectada a centenas de outras árvores.As árvores falam e, através dessas conversas, aumentam a resiliência de toda a comunidade. É uma comunidade mágica de árvores que se apoiam mutuamente.

A pesquisa de Suzanne tem importantes implicações ambientais para a destruição de nossas florestas. Ela diz que quando as árvores-mãe são feridas ou estão morrendo, elas enviam sua sabedoria para a próxima geração, mas elas não podem fazer isso se todas elas forem eliminadas ao mesmo tempo. Ela espera que sua pesquisa mude a forma como praticamos a silvicultura.


As florestas têm uma enorme capacidade de auto-cura. Você pode tirar uma ou duas árvores de hub, mas chega um ponto de inflexão, se você tirar uma a mais, todo o sistema entra em colapso. Estamos constantemente enfraquecendo nossas florestas, cortando e plantando apenas uma ou duas espécies. Isso está tendo grandes impactos ambientais. Mas há esperança. Ela diz que as florestas têm uma enorme capacidade de auto-cura. Quatro soluções para silvicultura sustentável. Ela sugere quatro soluções simples para uma silvicultura mais holística e sustentável que poderia acabar com os danos causados ​​pelo corte raso:

  • Precisamos sair mais em nossas florestas locais.
  • Devemos salvar as florestas antigas, pois elas são repositórios de genes, árvores-mãe e redes de micélio.
  • Onde fazemos cortes, precisamos salvar as árvores-mãe e as redes ‘herdadas’ para que elas possam passar sua sabedoria para a próxima geração de árvores.
  • Temos que regenerar nossas florestas com uma diversidade de espécies.

À medida que mais e mais informações vêm à luz sobre as complexas relações existentes entre as árvores, estamos mais bem preparados para salvar nossas florestas e ajudá-las a prosperar. Cientistas como Simard estão nos ajudando a mudar nossa perspectiva para que trabalhemos em harmonia com a natureza ; algo que poderia alterar drasticamente a trajetória do desastre ambiental e trazer resultados harmoniosos para seres humanos e árvores. As árvores podem falar umas com as outras – Suzanne Simard

Referências

Fonte: https://upliftconnect.com/trees-talk-to-each-other-in-a-language-we-can-learn/

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Inteligência das plantas

inteligencia das plantas

Plantas podem pensar, falar e ler pensamentos, afirma novo estudo

Uma nova pesquisa feita por uma equipe científica da Universidade do Oeste da Austrália (UWA) mostra que as plantas possuem memória de longo prazo. Isso dá embasamento ao estudo que evidencia que as plantas têm processos mentais de alto nível, incluindo a capacidade de sentir medo e felicidade, de se comunicar e de ler mentes.
O Príncipe Charles disse uma vez que ele falou com plantas e elas responderam. Como apontou um artigo da Revista Economist sobre a nova pesquisa de memória das plantas, o Príncipe Charles foi um pouco ridicularizado por sua declaração, mas talvez em breve ele seja justificado.

Listamos abaixo um resumo das características mentais das plantas:

1. Plantas possuem memória de longe prazo


A Dra. Monica Gagliano liderou o estuda da UWA, que foi publicado na revista Oecologia.
Ela e sua equipe fizeram com que um vazo de plantas caísse em uma espuma de uma altura que chocasse as plantas, mas que não fosse machucá-las. Eles também queriam ver se as plantas poderiam se lembrar desse fato durante um período de tempo prolongado.

As plantas pararam de reagir após algumas quedas, mostrando que tinham aprendido que a ação não era perigosa. Os pesquisadores faziam os testes tendo a certeza de que as plantas não estavam cansadas e que pudessem reagir, eles aplicavam diferentes estímulos aos quais as plantas reagiam instantaneamente.

Os testes foram realizados em várias plantas durante diversos períodos de tempo.

Algumas plantas foram deixadas em repouso durante 28 dias após o teste das quedas. Mesmo depois desse tempo, as plantas ainda se lembravam da lição que aprenderam e não reagiram a queda, embora tenham reagido a outros estímulos.

Como as plantas podem pensar sem cérebro?

Embora as plantas não tenham cérebros e sistemas neurais que estão presentes em outros seres com faculdades mentais superiores, os pesquisadores estão começando a criar hipóteses de sistemas alternativos. Por exemplo, a revista Economist explica que as plantas possuem percursos bem formados, através dos quais podem transmitir a informação na forma de sinais elétricos.

2. As plantas têm sentimentos

Cleve Backster começou seus experimentos com a planta Draceana (Cortesia de Cleve Backster)
O falecido Cleve Backster fez uma descoberta surpreendente em 1966, que começou com a onda de pessoas falarem com suas plantas em casa.

Backster era um ex especialista de detector de mentiras da CIA. Ele desenvolveu técnicas de polígrafo que são utilizadas até hoje pelas agências do governos e exército dos EUA. Ele realizou um experimento em Plantas do Dragão (Dracena), que é detalhado em seu livro “A vida secreta das plantas”.

Ele pegou duas Dracenas e conectou uma delas a um detector de mentiras. Ele chamou uma pessoa para pisotear a outra planta. Quando isso aconteceu, o polígrafo mostrou que a planta conectada ao detector de mentiras ficou com medo.
Backster foi ainda mais além. A planta que mostrou medo foi testada novamente. Várias pessoas entraram na sala onde a planta estava, incluindo a pessoa que havia pisoteado a planta. O polígrafo não mostrou nenhuma reação para com as outras pessoas, mas quando a pessoa que havia pisoteado a planta entrou na sala, ela mostrou medo novamente. Ela pareceu reconhecer a pessoa.

Backster também descobriu que as plantas ficam felizes quando recebem água, e elas possuem até a habilidade do ler pensamentos.

3. Plantas podem ler mentes

Uma vez, quando Beckster estava pensando em qual experimento iria fazer, ele pensou em queimar as folhas da planta e ver a reação delas. Assim que ele teve esse pensamento, o polígrafo mostrou que a planta estava com medo.
O Epoch Times realizou uma entrevista com Backster antes de sua morte.

4. Plantas podem falar

A comunicação entre plantas é um campo crescente de estudos. A Dra. Gagliano conduziu uma pesquisa recente sobre o tema. Em um estudo publicado no Jornal de Oxford em 2012, Gagliano explicou que há muito tempo já se sabe que as plantas produzem ondas sonoras.

Muitos pensaram que essas ondas sonoras eram subprodutos da reação de desidratação das plantas, ao invés de comunicações intencionais. Mas Gagliano não pensa assim.

Ela olhou para as formas que as plantas se comunicam. O processo amplamente conhecido que cria as ondas sonoras se chama cavitação. Isso acontece quando as plantas são desidratadas e a coluna de água é forçada. Gagliano disse, no entanto, “Os sons que as plantas emitem são tão diversos e numerosos que sempre pareceu muito estranho cada som ser relacionado à cavitação, e na verdade, novas evidências mostram que as plantas geram sons independentemente de desidratação ou cavitação”.

Ela citou uma pesquisa que mostra que algumas sondas sonoras poderiam ser criadas por um sistema de espuma das condutas do xilema.

“Embora os mecanismos utilizados por animais para sentir o ambiente e se comunicar uns com os outros tenham sido objeto de intenso interesse científico, o estudo sobre a comunicação das plantas existe, mas ainda não está avançado e reconhecido”, escreveu Gagliano. “Isto é particularmente o caso de bioacustica das plantas; e é surpreendente, quando nós consideramos que a habilidade de sentir sons e vibrações é uma antiga modalidade sensorial filogenética que existe por trás da organização comportamental de todos os organismos vivos e suas relações com o ambiente”.

Fonte

https://www.epochtimes.com.br/plantas-podem-pensar-falar-ler-pensamentos-afirma-novo-estudo/

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Plantas poderosas!

O poder do Manjericão - Sabedoria Transcendental

O manjericão

O poder do manjericão é extremamente grande. Possui propriedades anti-inflamatórias, hipoglicemiantes, analgésicas, antissépticas.
É uma planta que abre a nossa consciência para enxergarmos o que está errado. Ele estimula a busca da verdade a qualquer preço. Ele nos ajuda a nos alinharmos com nosso propósito, com nossa missão.

Nativo da Ásia tropical ou África e introduzido no Brasil pela colônia italiana.
Cultivado em quase todo o país em hortas domésticas para uso condimentar e medicinal, sendo inclusive comercializada na forma fresca em feiras e supermercados.
É uma erva aromática, restaurativa, que alivia espasmos, baixa a febre e melhora a digestão, além de ser efetiva contra infecções bacterianas e parasitas intestinais. O seu chá é considerado estimulante digestivo, antiespasmódico gástrico e anti-reumático. É recomendando para problemas digestivos em geral (estomacal, hepático, vesícula biliar e gases intestinais) na fomia de infusão.

Prática meditativa do Manjericão

Colha um galho de manjericão e coloque entre suas mãos. Aproxime de seu coração como se estivesse fazendo uma prece.
Respire profundamente algumas vezes, elevando seus pensamentos a força criadora do universo. Leve o manjericão até suas narinas e respire profundamente levando o perfume até seus pulmões.
Segure alguns instantes e depois solte o ar bem devagar. Repita esse processo algumas vezes. Depois, leve o manjericão diretamente ao contato de seu coração, com as duas mãos sobre seu peito.

Permita que essa energia tome conta de seu coração. Imagine que das folhas do manjericão, saia uma leve neblina de cor verde, penetrando seu coração e preenchendo ele de verdade. Conectando você a sua essência.
Imagine que essa névoa está se espalhando por todo o seu corpo e iluminando você por dentro e por fora. Fique em silêncio. Una suas mãos com o manjericão ainda entre elas e agradeça a força superior por este momento. Este galho de manjericão agora deve ser devolvido a mãe natureza para que encerre seu ciclo.

O orégano

Orégano é o tempero preferido da clássica culinária italiana, ele dá sabor a molhos, pizzas e carnes. Diferente de outras ervas consumidas frescas, o orégano possui um sabor mais proeminente se consumido seco. Mas ele não deve ser cozido ou perderá seu gosto, portanto, deve ser o último ingrediente adicionado ao prato.

O orégano é da família Lamiaceae e seu nome científico é Origanum vulgare. Origanum deriva do grego orosganos que significa “alegria da montanha”, e vulgare que vem de comum. Esta erva era encontrada com facilidade no seu lugar de origem que vai do baixo mediterrâneo até o Marrocos.
Os gregos acreditavam que a erva possuía uma capacidade mágica de trazer felicidade. Em seus casamentos na antiguidade, os noivos se coroavam com orégano e plantavam nos cemitérios para assegurar uma vida feliz no outro mundo.
O orégano se tornou popular em boa parte da Europa graças ao Império Romano que levou seus costumes e tradições para outros povos. Apicius, o famoso cozinheiro romano, considerava o orégano essencial no preparo de molhos. Já na Idade Média o orégano passou a ser usado para fabricar remédios para infecções e dores de ouvido.

Ele também é conhecido como um dos mais antigos conservantes alimentares, evitando a concentração de fungos e prolongando a “vida” do alimento. O Orégano tem alta atividade antioxidante pela presença de fenóis e flavonoides. Suas propriedades antimicrobianas frente aos patógenos presentes nos alimentos, faz com que ajude a preservar alimentos.
O orégano pode ser aproveitado como tempero, conservante, chá e na forma de óleo essencial. A planta é altamente rica em vitaminas A, C e E, substâncias como cálcio, zinco, ferro, potássio, flavonoides, manganês, magnésio, niacina entre outras substâncias.
Muitos creditam ao orégano o fortalecimento da psique, acalmando sentimentos negativos como o ciúmes. A erva ainda trata doenças psicossomáticas e distúrbios emocionais em idade avançada.

O poder mágico do Orégano

Na Fitoenergética, área que estuda a energia das plantas, se utiliza principalmente o chá do orégano. Ele é utilizado pra conseguir estruturar moradia, casa, convívio, instalar-se e criar raízes. Também criar projetos duradouros e concretos, e estimula a honrar compromissos e acordos, cumprir promessas e construir uma história de vida.
Para fazer o chá coloque uma colher de sopa de folhas de orégano, secas ou não, numa xícara; esquente uma xícara de água e desligue assim que surgirem as primeiras bolhas de fervura; despeje a água na xícara contendo o orégano, coe e tome ainda morno.

É a função do chá relacionada ao poder oculto, ou à energia sutil da planta que atua na alma humana, no campo dos pensamentos, sentimentos, emoções e até no campo espiritual.Para usar a Fitoenergética, você também precisa saber combinar as plantas de acordo com as suas faixas de frequência e montar um composto com a polaridade correta. Contudo, uma simples oração no momento do preparo já será suficiente para que a fitoenergia seja ativada.
A outra grande vantagem é que, se você usar exatamente como o método da Fitoenergética recomenda, você não terá qualquer tipo de contraindicação e poderá usá-la associada a qualquer outro tipo de tratamento que você ou alguém que você queira ajudar esteja recebendo.

Alecrim, 12 usos mágicos

Os egípcios consideravam o alecrim como a erva da imortalidade e a usavam em seus rituais de cura e proteção.

Alecrim: (Rosmaninus officinalis). – Entre os gregos e romanos o alecrim era considerado como uma erva sagrada.
O alecrim era queimado nos santuários da Grécia antiga e o seu fumo era utilizado na idade média para desinfectar e afastar maus espíritos. Na Itália era usado como proteção contra as bruxas.

O uso magico

  •  O Alecrim é um “costurador do Plexo solar”. Ele restitui rapidamente a energia perdida, dá mais estrutura de trabalho aos que lidam muito com o mental racional, é uma das ervas que ajuda na depressão e estados permanentes de cansaço por problemas emocionais.
  •  Plante alecrim na frente da sua casa para que ele proteja o imóvel e as pessoas e animais que vivem dentro dele.
  •  Use óleo essencial de alecrim para fazer a limpeza e a consagração de objetos mágicos, cristais e pedras.
  •  Use como repelente natural de pragas caseiras, de moscas e borboletas. Colocada nos armários espanta as traças.
  •  O Óleo de Alecrim é um óleo que anima, alegra, combate a apatia, memória fraca e a melancolia. “Como erva das recordações” ajuda-nos a relembrar nosso padrão verdadeiro.
  • Suas folhas emanam um aroma adocicado e penetrante, muito usado contra a fadiga física e mental, estimulante da concentração e afrodisíaca por isso é usado em travesseiros aromáticos.
  •  Extremamente eficaz no uso externo para: limpar feridas, principalmente de diabéticos e pessoas que tem dificuldades de cicatrização; nas lesões e queimaduras.
  •  O alecrim tonifica as pessoas e os ambientes. Agindo em conjunto com a arruda, “segura” as energias de inveja, mau-olhado e fofocas.
  •  O escalda pés com Alecrim tira todas as energias negativas acumuladas durante o dia.
  •  O campo de força de luz azul violeta produzido pelo Alecrim confirma sua reputação dos tempos antigos como protetor psíquico. O alecrim ajuda no desenvolvimento da “Visão interior”.
  •  O alecrim protege contra os maus espíritos e também serve para combater a ansiedade e os pesadelos. Se você tem problemas desse tipo, coloque um raminho de alecrim dentro da fronha do travesseiro.
  •  Atua nos desconfiados, nos que não acreditam em si mesmos, nos que não têm coragem de se lançar em novos projetos; é a erva da juventude eterna…É A ERVA DA CORAGEM.

Babosa, Aloe Vera

Certamente sua mãe ou sua avó utilizavam a babosa para hidratar o cabelo, tratar queimaduras de pele ou para cicatrizar ferimentos. Os benefícios desta planta milagrosa vão muito além dos cuidados de pele e cabelo.

 O gel da babosa polissacarídeos de alto poder nutricional, além de minerais como o manganês, magnésio, cálcio, zinco, ferro, selênio, vitaminas do complexo B, vitamina C e E que são excelentes antioxidantes.

Benefícios para a pele:

Altamente hidratante. Devido ao seu alto poder de regenerar células tem potencial cicatrizante e atenua as rugas, aumenta a elasticidade da pele, deixando-a brilhosa e sedosa, sem oleosidade excessiva. Pode também auxiliar no tratamento de manchas, acnes, psoríases. Pode ser usada em máscaras e esfoliações. Alguns deixam o gel por alguns minutos, outros preferem passar ao longo do dia. Também pode ser utilizada como demaquilante. Tem alto poder de penetração na pele, reduz os poros abertos, limpando profundamente devido a sua função asséptica

Benefícios para o cabelo:

Hidratação profunda, combate a caspa, promove crescimento, diminui a queda, nutre os fios deixando-os mais sedosos e brilhantes. O gel pode ser adicionado a máscaras capilares, ou pode ser aplicado sozinho, deixando-o agir por no mínimo meia hora de preferencia como uma touca térmica. Também pode ser adicionado a xampus e condicionadores. Existem diversas receitas de máscaras de Aloe Vera para cabelo que utilizam óleo de coco e outros ingredientes.

Benefícios para aparelho digestório:

Indicada para o tratamento de ulceras, gastrites e síndrome do intestino irritado. Seu consumo melhora a digestão, pois seu gel é rico em enzimas . Você pode consumir a Aloe Vera com sucos, basta acrescentar o gel (sem aloína) em sucos verdes e vitaminas.

Benefícios para o sistema imunológico:

O gel possui ações antibacterianas, antifúngica, antiviral e anti-inflamatória.

Beneficios para o sistema circulatório:

Estudos clínicos relacionam o consumo da Aloe vera a redução de níveis de colesterol, melhorando a circulação sanguínea e diminuindo a formação de coágulos. Há relatos de estudos que indicam o uso da Aloe Vera no tratamento da diabetes.

Benefícios na ginecologia natural:

Na ginecologia natural é utilizado o óvulo de aloe. Trata-se um pedacinho do gel de Aloe inserido no canal vaginal e deixa-lo ali por algumas horas. É um excelente tratamento para Candida e para o alívio de sintomas de doenças ginecológicas. Possui ação antibacteriana e anti-inflamatória e melhora a imunidade. O gel também pode ser usado durante as relações sexuais, pois é um excelente lubrificante íntimo. Auxilia na eliminação de verrugas genitais. Recomendamos que você consulte um profissional da saúde para estes tratamentos mencionados.

Benefícios no campo energético:

A Aloe vera também é considerada uma planta ornamental que traz proteção. O consumo do gel está associado a regeneração mental, mudança de pensamentos e paradigmas. Além disso, a babosa realiza limpezas energéticas, atua no corpo energético-emocional repelindo entidades caídas. Quebra feitiços, mau olhados. Ajuda a romper limitações. Traz a sensação de vigor e leveza.

Agora que você já sabe dos benefícios desta planta maravilhosa, aproveite para cultiva-la em casa e tê-la como companheira em seu lar. Lembre-se que a babosa adora sol e pouca água.

Referências


Fitoenergia. Disponível em: https://espiritosdamata.wordpress.com/2016/09/25/fitoenergia/

O Manjericão. Disponível em: http://astrologiaparabuscadores.com.br/manjericao/
Alecrim: https://osegredo.com.br/conheca-12-usos-magicos-para-o-alecrim

Fonte: André Ferraz Aromaterapia
Blog: Encontro com a Natureza (http://www.encontrocomanatureza.blogspot.com/)
https://www.tuasaude.com/babosa/
https://www.greenme.com.br/viver/saude-e-bem-estar/3400-babosa-beber-um-copo-aloe-vera-dia
https://belezaesaude.com/babosa/
https://www.diariopopular.com.ar/salud/aloe-vera-la-planta-mas-sagrada-n117457