Publicado em Deixe um comentário

A energia cósmica das Pirâmides e seu poder ancestral

Conheça a energia cósmica das Pirâmides e seu poder ancestral.

No final do século passado e final de milénio também, mais precisamente nos anos setenta, marcado pela transição da era de peixes para a era de aquário, grande parte da humanidade começou a voltar-se para as suas origens e a buscar o significado de tudo que a cerca, a investigar todas as energias, a resgatar todas as crenças milenares, que permaneceram latentes no ser humano.

Na América do Norte e na Europa, não é de hoje que se fazem pesquisas, estudos e experimentos com todo tipo de energia que se tem notícia, tais como: a energia dos cristais; a energia das plantas; a energia dos objetos geométricos; do do-in, da acupuntura; da radiestesia; a energia dos sons (música); da cromoterapia (luz e cores), das mãos (Reiki, passes magnéticos, jho-rei e etc.); e, das PIRÂMIDES.

A pirâmide é uma forma geométrica composta de quatro triângulos equiláteros e uma base quadrada que capta e concentra energia positiva. Pirâmide é uma palavra formada do grego – pyra – significa fogo e mides – significa centro, ou seja: FOGO CENTRAL. Os sensitivos viam uma energia no seu interior, daí o nome.

Em toda parte do mundo são encontradas construções piramidais em pedra, no Egipto são mais de cento e trinta ao longo das margens do rio Nilo. Na América os antigos habitantes, incas, maias e os astecas, construíram suas pirâmides, admiradas e nos assombram até hoje. Na Ásia e na Europa e até na longínqua Sibéria são encontradas construções na forma de pirâmide.

Acredita-se que para o povo comum, elas eram utilizadas para sacrifícios aos deuses, serviam de túmulos para os reis, mas para os iniciados e sacerdotes eram templos de iniciação, estudos e desenvolvimento de potencialidades psíquicas do ser humano.

As filosofias esotéricas afirmam que muitos mestres do passado, inclusive Jesus Cristo, fizeram suas provas iniciáticas no Egito, no período em que a história não registra fatos de sua vida, entre os doze e os trinta anos, quando reapareceu.

Durante séculos e séculos esses monumentos permaneceram no silêncio do deserto, intocados. Por volta de 1930 pesquisadores franceses observaram animais e insetos mortos dentro da pirâmide de Queops, em estado de mumificação, isto é, não apodreceram.

Quando retornaram a França, resolveram construir réplicas dessa pirâmide e fazerem experimentos, inicialmente alimentos, carne crua, e qual não foi o seu espanto, os alimentos não deterioram, apenas ocorria uma espécie de desidratação, mantendo suas propriedades intactas.

A partir daí, muitas experiências foram feitas. Perceberam que uma lâmina cega recobrava o seu fio, sob o efeito dessa energia. As sementes das plantas germinam mais rápido debaixo das pirâmides, as plantas ficam mais viçosas e fortes. A aplicação da energia da pirâmide não é só terapêutica, é também psíquica, fortalecendo a capacidade extra-sensorial e mediúnica.

A percepção fica mais aguçada, a vidência fica mais nítida e, o estado alfa mais rapidamente atingido. Os cientistas ao divulgarem para o mundo as suas experiências na década de 1970, uma verdadeira febre contaminou o mundo, multiplicando-se os experimentos.

A pirâmide de Queops foi construída, calcula-se em mais de quatro mil anos antes de Cristo. São 2.600.000 blocos de pedra-granito, pesando entre duas a dez toneladas, as quais foram transportadas a muitos quilómetros de distância do outro lado da margem do rio Nilo.

Até hoje não tem o homem moderno tecnologia para levantar pesos desse porte a uma altura de mais de cem metros. Os blocos foram cortados com precisão absoluta. Nunca foram encontradas ferramentas utilizadas nesses cortes. Até hoje permanece uma enorme interrogação: quem planejou, construiu e que força foi capaz de transportar e levantar aqueles blocos de granito?

Não há dúvida que os egípcios eram grandes conhecedores da alta matemática, trigonometria, astronomia e muito provavelmente algum tipo de energia capaz de anular a força da gravidade terrestre.

Referências

Fonte: Marcus Laranjo -https://www.sintonizacaoreiki.org/index2.php?op=85

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *